E estava ele, sozinho no telhado, a música das guitarras fluía em conjunto com a luz das estrelas recém-nascidas, e ele gritou para si :
" Eu nasci morto e vou morrer morto, não me deixes aqui a viver como se estivesse vivo "
E na dormência da dor, o rapaz soltou um soluço de felicidade triste, porque tudo acabava assim, com as estrelas e o aroma da incompletude que tinha acabado de ser interrompida pelo fim da sub-existência que queimava.
A rapariga subiu, e os astros teriam já tomado seu, o corpo do parasita que sentia toda a heresia malévola. Ela, sorriu como uma faca, e beijou o destino...
Juntaram-se os dois...
W-emo
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eu gosto :)
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