
E passo a contar uma grande história, a epopeia da bolacha!
Numa noite muito agradável, uma hábil rapariga dedicou-se à preparação de uma bonita bolachinha: dourada e coberta de pepitas de chocolate (as maravilhas que o fimo faz). Ao sair do forno a pequena sabia que estava destinada a grandes feitos, e, como tal, mereceu um alfinete nas costas (a bolacha, não eu) que fez dela uma pregadeira apetitosa, que foi usada com muita felicidade durante quase um mês. Até que o inesperado aconteceu! Eu e o W estamos nos arcos do jardim, ele grita "AAAH" e aponta para o alfinete vazio no meu ombro. Eu respondi-lhe complexamente, gritando um "AAAH" semelhante ao dele. PÂNICO. A isso seguiu-se uma viagem desesperada, percorrer o caminho no sentido inverso até ao jardim da manga em busca do pequenino tesouro culinário, olhos no chão, parecia que as folhinhas amarelas tinham combinado cair todas no caminho só para me confundir. A bolachinha não aparecia, coitadinha, sozinha no mundo. E eu sem bolachinha.
E qual é a parte boa desta história? Estava eu hoje de manhã a tirar tampinhas de iogurte da mochila (sim, os melhores reservatórios para fazer tintas) quando começo a ver uma tampinha estranha, dourada, e WOW! A BOLACHA :D gritinho de felicidade, "ai que saudades", mostrar ao gato (super interessado na situação, provavelmente a pensar "estes humanos são loucos"), etc x) manhã feliz, a bolachinha voltou a casa em toda a sua beleza e vai viver feliz para sempre.
C ^^
